terça-feira, 17 de novembro de 2009

Floortime



Por que eu uso o modelo DIR?

Um grande aspecto do modelo D.I.R. é a compreensão. O modelo DIR/Floortime é baseado em um novo modelo de desenvolvimento da mente que tem ajudado crianças portadoras de necessidades especiais e seus familiares a construir uma estrutura social, emocional e intelectual mais saudável, capacitando-os a melhorar a relação entre eles, tornando-os capazes a não focalizarem em comportamentos isolados. Esse desenvolvimento envolve muitos elementos e um grande time de profissionais.
A sigla DIR significa Desenvolvimento Diferencial Individual e Relacional. Esse modelo está embasado em um tipo de intervenção interdisciplinar que focaliza no estado emocional da criança e considera o seu sentimento, a relação com os pais, os níveis de desenvolvimento e as diferenças individuais, responsáveis pelas diferentes respostas aos estímulos sensoriais.
Essa intervenção foi criada pelos Drs. Stanley Greenspan e Serena Wielder com a intenção de envolver cada criança portadora de necessidades especiais, compreendendo os diferentes níveis de desenvolvimento e valorizando as melhores capacidades. A intervenção proclama seguir a liderança da criança e respeitar as diferenças sensoriais, cognitivas e motoras.

A terapia DIR / Floortime acredita que:

· Interrelacão e afetividade são condições necessárias para garantir a aprendizagem;

· Toda criança é única e deve ser tratada individualmente;

· Toda criança tem possibilidade de avanços;

· A família é a base do tratamento.

A ideia central da terapia Floortime é que os pais devem compreender como a criança está se desenvolvendo emocionalmente e cognitivamente, levando em considerações uma questão fundamental: como a criança inicia a comunicação com pessoas que estão ao seu redor?
De acordo com Academia Internacional de Ciências não existe um único estudo que valide qualquer intervenção especifica, mas há evidências de intervenções que funcionam, como o DIR/Floortime e outras intervenções baseadas nesse método.
Por: Patrícia Piacentini

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