sexta-feira, 11 de março de 2011

Mais Glimpse...

Hello Stranger by Barb Moran
(as told to Karl Williams), Age 58 Autism
Topeka, KS
http://www.karlwilliams.com/moran/index.htm
. . . As a young child, I liked the idea that I could make a mark and have it look like something. I liked to draw because it gave me a sense of control. I drew the things that I wanted to see, the kinds of things I liked looking at - objects as persons - because otherwise I couldn't see them. I drew the world as I wanted it to be.
I want to have an impact on other people, to have an influence on other peoples’ feelings. I want to be noticed and valued as a unique person.
I think that man desires beauty. It is human to love beauty. We all have a dream of what we want life to be. When you have autism, the dream can be very elusive. Hopefully, if people like my pictures, they will have a better attitude towards other "odd" autistic people .

Glimpse...

I Don’t Wonder Why Anymore
Jacob Artson Age 14 “So called low functioning Autism” Los Angeles, CA
You have probably never met anyone like me. For most of my life, I was treated as a retarded person. I can’t speak or write, and therefore people assumed for the first seven years of my life that my cognitive abilities must be coextensive with my motor abilities – that is, virtually nonexistent. When I was seven years old, a speech therapist introduced me to typing and my life began anew. At first, I wondered often why I had to struggle so intensely to produce a simple communication that others take for granted, without even being aware of all the intricate interactions going on in their brains but not in mine. Later I began to wonder whether I had committed some awful sin for which I was being punished by not being able to speak or move my body like all the kids around me.
There have been many supporters in my life, and some detractors as well. In fifth grade, my teacher taught me one of the most important lessons I’ve ever learned. I had finally been allowed back on a general education campus after two years at a nonpublic school where I had been banished after biting the assistant principal at my
home school. My teacher, fortunately, didn’t know anything about my background, and so she treated me as a person capable of accomplishing anything she trusted me to do. I had never been trusted to achieve anything before and I didn’t want to betray her trust. At the end of that year, I won an award for most improved behavior.
Every person alive is encumbered by challenges and blessed with gifts. Perhaps my ratio of challenges to gifts is higher than most, but I also know that I have so many people who believe in me and share my dream of being a productive member of society. It is tempting to spend life wondering about why we have been saddled with illness or poverty or dysfunctional family members or some other perceived or real curse, but in the end our lives are measured by what we do with the cards we have been dealt. So I no longer wonder why I have been forced to deal with autism rather than some other challenge. Instead, I think of all the opportunities I have missed while wasting energy wondering why I was given lemons instead of lemonade. I realize that I just have to find a new recipe for lemonade. Maybe it will even taste just as good as the store bought lemonade, but it will probably be even better because it is homemade, not from concentrate.


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Vale a pena ver!


COMING TO YOU ONLINE
 
 
The Basic Course on 
THE GREENSPAN FLOORTIME APPROACH ™
for professionals and parents
 
Through video lectures recorded by
Stanley I.Greenspan, M.D.
 
Registration Now Open
Available to registered participants for ten weeks from
March 4 through May 15, 2011
 

Recife

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Novo e Velho


Reflexões
                  
Hoje nós temos a oportunidade de redefinir as intervenções que acomodam as crianças com desafios no desenvolvimento.
Estamos numa fase que a acomodação individualizada está sendo necessária para a construção de um ambiente justo.
No entanto, refletindo sobre o passado, vejo que existiam modelos, como o velho método comportamental, que trabalhou por muito tempo as redondezas superficiais do comportamento, aprisionando e limitando várias crianças.
No fundo, talvez tenhamos que agradecer ao que existia. Mas hoje, eu reflito muito sobre os danos causados às crianças que passaram por comandos. Tenho pensado bastante sobre as limitações na linguagem e na construção de iniciativas no trabalho com essas crianças. Tenho repetido a mesma palavra em cada workshop que vou: “INICIAÇÃO, INICIAÇÃO! Deixem que eles iniciem! Esqueçam o comando! Dêem o tempo necessário para a individualização sensorial, deixe a criança processar! O tempo dela não é o seu tempo!”
Ainda divagando sobre o assunto, me chama a atenção outro modelo antigo que persistente aqui no Brasil, são os modelos Cognitivos. Nele a criança é o tempo toda estimulada com jogos educativos, com o intuito de crescer cognitivamente. Aí eu fico pensando: desde quando as relações humanas foram estimuladas por jogos educativos, como o quebra cabeça? O que seria dos modelos cognitivos sem uma mesa, será que existiriam? Será que vemos voluntariedade nessas crianças ao sentar para iniciar essa atividade? Na hipótese do quebra-cabeça favorecer cognitivamente, esse auxilia na construção do vinculo afetivo com o terapeuta? A minha opinião diante disso tudo é que a responsabilidade do terapeuta não é focalizar a construir do cognitivo por si mesmo, mas alcançá-lo desenvolvendo as relações sócio-emocionais.
Agradeço aos desenvolvimentalistas, aos construtivistas e a todos os outros “ïstas” existentes. Como é bom perceber que a mente e o cérebro funcionam de forma individual, respeitando limites sensoriais e relações emocionais.
Como e bom saber a importância desses princípios para a estimulação das habilidades mentais dessas crianças. Por essa razão os seis níveis de desenvolvimento descritos por Dr. Greenspan, no seu livro “The child special Needs”, tem sido a ancora do meu trabalho.
Revendo esses seis níveis, fica bem mais fácil identificar os níveis de desenvolvimento que cada criança possa estar.
1.    Interação com amor e segurança com regulação (respeitando tempo e processamento da criança)
2.     Interação respeitando as relações de engajamento
3.     Interação respeitando círculos de comunicação (deixando a iniciação acontecer)
4.     Interação que buscam soluções de problemas (levando a criança a solucionar os problemas      básicos) imitar para ser imitado
5.     Interação que buscam o uso das idéias em um ambiente seguro
6.     Interação que sugerem e tragam pensamento críticos e lógico

O que vejo e quando as interações trocam emoções por menores que sejam o produto deixa de ser a prioridade e ai todos se envolvem no processo da construção daquele ser.
Como profissional e pessoa, eu guardo a esperança que um dia a vida seja mais do que simplesmente seguir comandos. Sinceramente, desejo que os velhos modelos,que julgam cientifico, reflitam sobre a importância das relações sócio-emocionais principalmente dentro do espectro autista.
Se pudéssemos convencer o mundo da importância de poder integrar e modular sentidos para a construção do que somos e agimos, o lado cognitivo e comportamental faria bem mais sentido do que uma equação superficial que trazem os estudos científicos. O que eu vejo, muitas vezes, é que o comportamento hiperativo e agressivo, esconde o desconforto sensorial de muitas dessas crianças. A avaliação cognitiva não tem o mínimo valor quando uma criança se encontra com o emocional em pedaços.
Resumindo, o que vi nesses últimos meses, na minha turnê pelo Brasil, foram crianças esgotadas mentalmente por determinados sons, cores e um universo cheio de atividades e comandos. Vi também, planos cognitivos maravilhosos que necessitariam “apenas” de um excelente plano motor (práxis) para ser sucesso. Vi crianças que estão sendo submetidas a um fracasso diário acadêmico por não serem individualizadas em currículos pedagógicos, devido à falta de Legitimação do que a criança não pode fazer ao que ela não quer fazer.
Assim deixo essa sugestão aos pais e profissionais: antes da elaboração de qualquer plano de ação, faça uso de nosso guarda-chuva do desenvolvimento e avalie a criança na sua individualidade biológica, sensorial, cognitiva e ambiental. E mãos a obra!




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Quem está brincando, você ou a criança? Os interesses da criança são a chave e é assim que tudo se inicia no Floortime, componente do m...